segunda-feira, 30 de abril de 2012

BULLYING: MENTES PERIGOSAS NAS ESCOLAS

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CURSINHO PRÉ VESTIBULAR EM BRAILLE

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BIBLIOTECA BRAILLE DORINA NOWILL

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BÍBLIAS EM BRAILLE

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PERNAS "BIÔNICAS"

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SÍNDROME DE APERT

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A Síndrome de Apert é um defeito genético e faz parte das quase 6000 síndromes genéticas conhecidas. Pode ser herdada de um dos pais ou pode ser uma mutação nova. Ocorre em aproximadamente 1 para 160.000 a 200.000 nascidos vivos. Sua causa se encontra em uma mutação durante o período de gestação, nos fatores de crescimento dos fibroblastos (FGFR2) que ocorre durante o processo de formação dos gametas. Se desconhecem as causas que produzem esta mutação.

A Síndrome de Apert é caracterizada por má formação específica do crânio, terço médio da face, mãos e pés, além de diversas alterações funcionais que variam muito de um indivíduo a outro. O crânio tem fusão prematura e é incapaz de desenvolver-se normalmente; o terço médio da face ( área da face que vai da órbita do olho até o maxilar superior ) parece retraída ou afundada; os dedos das mãos e dos pés têm fusão em variados graus. A Síndrome de Apert foi nomeada pelo físico francês que primeiro a descreveu, E. Apert, em 1906, e se classifica como uma anomalia craniofacial, denominada Acrocefalosindactilia Tipo I.

Em uma criança sem alterações , o crânio é feito de diversas placas, as quais ficam soltas, ligadas umas às outras, desenvolvendo-se juntas, gradualmente para formar o crânio adulto. O crânio da criança com Síndrome de Apert, ao contrário, tem uma fusão prematura dessas placas, restringindo o crescimento do cérebro e causando aumento de pressão no cérebro. Isto é conhecido como craniocinostose. Uma cirurgia, realizada antes de 1 ano de vida, atenua a pressão, permitindo às placas estarem destacadas umas das outras. Durante esta cirurgia podem ser feitas algumas remodelagens cranianas para dar à criança uma aparência menos característica. 


A fusão dos dedos das mãos e dos pés, simultaneamente com os problemas craniofaciais, são o que realmente caracterizam a Síndrome de Apert e a distingue de outras síndromes similares. Esta condição de fusão é chamada sindactilia. Ela sempre envolve fusão de tecidos moles do primeiro, médio e dedo anular e ,freqüentemente, existe fusão de seus ossos. O polegar pode estar em fusão dentro da mão ou pode estar livre.

Existem 3 tipos de configurações de mãos associadas com a Síndrome de Apert:
Classe I - envolve fusão dos dedos 2, 3 e 4 estando os dedos 1 e 5 separados;
Classe II - envolve fusão dos dedos 2, 3, 4 e 5 com o dedo 1 separado;
Classe III - envolve completa fusão de todos os dedos.

A cirurgia é usada para separar os dedos e obter o mais alto grau de funcionalidade e pode ou não resultar em 5 dedos em cada mão. Isto varia de acordo com o grau de má formação. Os dedos dos pés são afetados de modo igual, mas a cirurgia só é recomendada em casos em que a habilidade de andar esteja prejudicada.

O ideal é que o tratamento se inicie logo após o nascimento, através de um diagnóstico correto, identificando as necessidades individuais da criança. Uma aproximação multidisciplinar é adequada envolvendo geneticista, cirurgia buco-maxilo-facial, neurologia, fonoaudiologia, ortodontia, psicólogo, fisioterapia. A equipe é usada pelos médicos para determinar o melhor plano de correção das deficiências da criança.



fonte: http://moisesapertbr.br.tripod.com/ 


* O TEXTO ENCONTRA-SE EM SEU FORMATO ORIGINAL. ERROS GRAMATICAIS E DISTORÇÕES SÃO DE RESPONSABILIDADE DO AUTOR.

BEETHOVEN - UMA LIÇÃO DE VIDA

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JOVEM FICA CEGO APÓS CONFRONTO COM POLICIAIS NO PIAUÍ



Um estudante de 21 anos ficou cego do olho direito após confronto com a polícia em uma manifestação contra o aumento da passagem de ônibus em Teresina, no Piauí. A tarifa passou de R$ 1,90 para R$ 2,10 no dia 2 de janeiro. 

Hudson Christh Silva Teixeira, estudante de filosofia da UFPI (Universidade Federal do Piauí), participava do protesto no dia 10 de janeiro, na avenida Frei Serafim, uma das principais da cidade, quando a Polícia Militar começou a dispersar os manifestantes. 

Segundo seu pai, Ribamar Rodrigues, 43, que também participava da manifestação, o jovem estava saindo do local quando resolveu voltar e ajudar um grupo que havia ficado para trás. 

Policiais teriam então lançado uma bomba de efeito moral aos pés do estudante. De acordo com o pai, o tênis de Hudson foi destruído e o pé ficou inchado. Um estilhaço atingiu o rosto do estudante e o deixou cego do olho direito. A narina direita foi rasgada. Além dos ferimentos no pé e no rosto, Ribamar conta que Hudson tem marcas de bala de borracha pelo corpo. 

De acordo com o pai, os médicos dizem que é possível que o quadro de Hudson seja temporário e a cegueira diminua. O jovem deve passar por nova avaliação médica na sexta-feira (20). A Folha não conseguiu falar com o estudante nesta quarta-feira. 

A família pretende entrar com processo contra o Estado. Segundo a advogada Adonyara Azevedo, do Fórum Estadual de Defesa do Transporte Público, que está prestando assistência às vítimas do confronto, o caso de Hudson foi o mais grave, mas outros manifestantes também ficaram feridos e devem entrar na Justiça. 

"Podemos inclusive acionar órgãos internacionais, porque o que aconteceu aqui é uma afronta ao Estado Democrático de Direito, uma afronta aos direitos humanos. As pessoas estavam sentadas, não teve um ônibus queimado, era uma manifestação pacífica, e o Estado agiu de forma truculenta sem nenhuma necessidade", diz Adonyara. 

No dia do confronto, oito manifestantes foram presos. Quantro deles foram liberados dois dias depois.
A Polícia Militar do Piauí afirmou por meio de sua assessoria de imprensa que vai investigar se o estudante ficou realmente cego e se o problema foi de fato causado por uma bomba de efeito moral. A polícia frisou, porém, que o problema de visão de Hudson é temporário. 

A corporação afirma ainda que a ação do dia 10 de janeiro foi planejada para desobstrução da avenida Frei Serafim, que estava tomada pelo protesto. Segundo a PM, como os manifestantes não saíram, a Tropa de Choque foi acionada. 

Segundo a assessoria, a corregedoria da polícia está investigando se houve abuso de policiais na ação contra os manifestantes, com base principalmente em imagens de segurança. Os vídeos também foram disponibilizados ao Ministério Público, diz a PM. 



FONTE: http://www.folha.uol.com.br/


* O TEXTO ENCONTRA-SE EM SEU FORMATO ORIGINAL. ERROS GRAMATICAIS E DISTORÇÕES SÃO DE RESPONSABILIDADE DO AUTOR.

CÂMARA APROVA CRIAÇÃO DO DIA NACIONAL DA LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS

  
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania aprovou nesta terça-feira (17), em caráter conclusivo, o Projeto de Lei 6428/09, do deputado Eduardo Barbosa (PSDB-MG), que institui o Dia Nacional da Língua Brasileira de Sinais (Libras), a ser celebrado anualmente no dia 24 de abril.

O relator, deputado Gabriel Guimarães (PT-MG) defendeu a constitucionalidade da proposta. Ele retirou, no entanto, o dispositivo do texto original que obrigava entidades públicas e privadas a promoverem, nessa data, eventos com a finalidade de valorizar a conquista da liberdade de expressão gesto-visual das pessoas surdas. "Isso violaria o princípio da separação dos poderes, que é uma cláusula pétrea", explicou o relator.

O projeto segue agora para o Senado, exceto se houver recurso para que seja votado pelo Plenário da Câmara.

Íntegra da proposta:  PL-6428/2009 


Fonte: http://www.camara.gov.br/

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PENSAR "EU POSSO" É FORÇA DE CONVICÇÃO!!!


O QUE É SER PSICÓLOGO???


COMUNICADO AOS PACIENTES


O SILÊNCIO TORNA-SE UMA BARREIRA ENTRE SURDOS E OUVINTES...


FAMÍLIA É TUDO!!!


NÃO VEMOS AS COISAS COMO SÃO...


ATRASO NA EDUCAÇÃO: DEZ ANOS APÓS A LEI DA LIBRAS SER RECONHECIDA, ESCOLA BILÍNGUE FINALMENTE É ACEITA


Em uma sala com alunos surdos do 5º ano do ensino fundamental na Escola Bilíngue Salomão Watninck, em Porto Alegre (RS), a professora Cássia da Silva comemorava na manhã desta terça-feira o dia que marca a luta pela inclusão dos surdos na sociedade.

Há exatos dez anos, o então presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, sancionou a lei que tornou oficial a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Embora o Ministério da Educação (MEC) recomende que todos os alunos sejam incluídos nas escolas regulares, especialistas concordam que o modelo adotado pelo colégio gaúcho, com foco no ensino bilíngue da língua de sinais e do português, tem se mostrado o mais eficaz para garantir o aprendizado dos surdos.

O diferencial da escola bilíngue é o compromisso com o ensino de Libras como língua principal, seguido pela compreensão da língua portuguesa escrita. A professora, que também é surda, diz que a lei trouxe importantes avanços no reconhecimento da língua de sinais pela sociedade. "Eu estudei em uma escola de ouvintes, que tinha foco na oralização, no ensino do português. Era muito difícil, tinha dificuldade para aprender. Só fui me comunicar com a língua de sinais após os meus 15 anos. Hoje, os alunos são estimulados a se expressar com os sinais e eles têm o mesmo nível de aprendizado de uma pessoa que não é surda", afirma a educadora. Criada em 2008, a escola onde que Cássia dá aulas atende alunos até o 6º ano do ensino fundamental.

De acordo com a professora do Departamento de Estudos Especializados da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Adriana Thoma, a comunidade de surdos no Brasil e diversos especialistas concordam que a inclusão desses alunos em escolas regulares deve acontecer mais tarde, após as séries iniciais. "Pesquisas já comprovaram que alfabetizar um estudante surdo em uma escola regular não funciona. Nosso ensino não está preparado para isso", afirma. Segundo ela, esses estudantes não conseguem acompanhar o restante da turma porque o foco do ensino se dá pelo português oral. "A grande maioria não tem ninguém na família que conheça a língua de sinais. Eles chegam na escola com uma necessidade muito grande e o ensino não está voltado para atender isso, e sim para uma realidade bem diferente. Por isso acabam tendo um rendimento inferior aos colegas, não avançam no aprendizado e se sentem desmotivados em estudar", afirma.

De acordo com a professora Ana Cláudia Ramos Cardoso, que trabalha há 15 anos com a educação de surdos, o aluno precisa estar incluído em um ambiente linguisticamente favorável. "A língua portuguesa escrita é a segunda língua para os surdos, assim como o inglês, o alemão para nós. Se a criança estiver em um ambiente onde todos usam a mesma língua, seja no pátio, na biblioteca, na sala de aula, o processo de aprendizagem se torna natural", afirma a educadora, que atua com turmas de educação infantil na escola.

Ana Cláudia explica ainda que a diferença entre os colégios bilíngues e as classes especiais é que essa última normalmente trata a surdez como uma deficiência, sem dar foco específico no aprendizado. "Surdo não é deficiente. Não pode ser tratado no discurso da educação especial. Muitas propostas de inclusão hoje acreditam que o aluno surdo deve ser matriculado em uma turma de ouvintes, com um intérprete, e que no contraturno deve ser feita uma atividade especializada de reforço, para complementar o aprendizado com a língua de sinais. Essa criança que estuda o dia inteiro vai brincar quando? Ela não precisa de estudo complementar, mas receber a educação na língua dela, que é a língua de sinais".

De acordo com a professora, esse reconhecimento de que Libras é uma língua oficial, assim como o português, foi o maior avanço da lei que completa dez anos. "É uma língua com estrutura gramatical própria, com todas as suas características morfológicas, e que permite ao surdo alcançar os mais altos graus do conhecimento, como ser médico, cientista, professor", afirma. Segundo ela, outro avanço é garantir a obrigatoriedade da disciplina de Libras em cursos para a formação de professores. "Claro que é preciso avançar muito mais. Um professor que tem 60 horas de aula de Libras na faculdade não se forma com o conhecimento suficiente para atender um aluno surdo", completa ao destacar que as escolas, na sua maioria, não estão preparadas para lidar com esses estudantes.

Favorável a inclusão dos surdos em escolas comuns, o Ministério da Educação (MEC) disse que trabalha para promover a capacitação dos profissionais da educação, com diversos programas de formação em Libras, a fim de garantir o ensino bilíngue no ensino regular. "Esse conjunto de ações resultou no crescimento do número de matrículas de estudantes público alvo da educação especial em classes comuns, que passou de 28%, em 2003, para 74%, em 2011", afirmou o MEC.

Alunos ouvintes aprendem Libras para incentivar a inclusão na Bahia Os alunos surdos de Irará (BA) recebem um atendimento diferenciado na Escola Municipal São Judas Tadeu. Segundo a coordenadora-geral do colégio, Antônia de Lurdes Almeida, os surdos não se sentem excluídos dos demais porque todos aprendem a língua de sinais. "Os professores oferecem capacitação para os pais e para os alunos que queiram aprender a sinalizar e a procura tem sido muito grande", afirma. Segundo ela, é comum encontrar surdos se comunicando com os colegas ouvintes pelos corredores da escola.

No colégio baiano, os 12 alunos surdos divididos em diferentes turmas são acompanhados nas aulas por um intérprete e fazem atividades com especialistas em Libras. A escola conta com estudantes surdos desde 2005 e a coordenadora aponta que o desempenho vem melhorando ao longo dos anos. "Percebemos que hoje o aprendizado desses alunos está mais fácil, porque os professores estão mais preparados para ensinar com uma linguagem mais visual e os colegas também estão mais interessados em aprender com eles. Isso incentiva". Ela acredita que compartilhar o ensino de português e o de Libras com todos os alunos pode ser uma solução para evitar que os surdos sintam-se excluídos em uma escola regular.

Enquanto isso não vira realidade em todo o País, na escola bilíngue de Porto Alegre os alunos comemoravam nesta manhã o fato de aprenderem sem serem tratados como "deficientes". "Quando eu era bem pequeno, estudei em uma escola de ouvintes. Mas eles falavam demais e a professora dizia que tudo o que eu fazia estava errado. Minha mãe sempre era chamada na escola, até que ela resolveu procurar outro lugar para mim e encontrou o Salomão (a escola bilíngue). Eu adoro essa escola, aprendo o português, brinco, tenho aula de educação física, de artes. A professora sinaliza e tem até professora surda. Eu amo estar na escola", disse Luiz Gustavo, de apenas 11 anos. Emocionada, a professora sinalizou em agradecimento.


Fonte: TERRA



* O TEXTO ENCONTRA-SE EM SEU FORMATO ORIGINAL. ERROS GRAMATICAIS E DISTORÇÕES SÃO DE RESPONSABILIDADE DO AUTOR.

domingo, 29 de abril de 2012

ADAPTAÇÕES CURRICULARES: DIRETRIZES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO ESPECIAL


POR: Elizabet Dias de Sá

As adaptações curriculares propostas pelo MEC/SEF/SEESP para a educação especial visam promover o desenvolvimento e a aprendizagem dos alunos que apresentam necessidades educacionais especiais, tendo como referência a elaboração do projeto pedagógico e a implementação de práticas inclusivas no sistema escolar. Baseiam-se nos seguintes aspectos:
  1. atitude favorável da escola para diversificar e flexibilizar o processo de ensino- aprendizagem, de modo a atender às diferenças individuais dos alunos;
  2. identificação das necessidades educacionais especiais para justificar a priorização de recursos e meios favoráveis à sua educação;
  3. adoção de currículos abertos e propostas curriculares diversificadas, em lugar de uma concepção uniforme e homogeneizadora de currículos;
  4. flexibilidade quanto à organização e ao funcionamento da escola para atender à demanda diversificada dos alunos;
  5. possibilidade de incluir professores especializados, serviços de apoio e outros não convencionais, para favorecer o processo educacional.
De acordo com tais diretrizes, os critérios de adaptação curricular são indicadores do que os alunos devem aprender, de como e quando aprender, das distintas formas de organização do ensino e de avaliação da aprendizagem com ênfase na necessidade de previsão e provisão de recursos e apoio adequados. Considera-se Apoio os diversos:
"recursos e estratégias que promovem o interesse e as capacidades das pessoas, bem como oportunidades de acesso a bens e serviços, informações e relações no ambiente em que vivem. Tende a favorecer a a autonomia, a produtividade, a integração e a funcionalidade no ambiente escolar e comunitário".

O apoio é caracterizado em termos de intensidade, sendo classificado em:
  1. intermitente: quando se dá em momentos de crises e em situações específicas de aprendizagem.
  2. limitado: reforço pedagógico para algum conteúdo durante um semestre, desenvolvimento de um programa de psicomotricidade.
  3. extensivo: sala de recursos ou de apoio pedagógico, atendimento itinerante, isto é, modalidades de atendimento complementar ao da classe regular realizado por professores especializados.
  4. pervasivo: alta intensidade, longa duração ou ao longo da vida para alunos com deficiências múltiplas ou agravantes. Envolve equipes e muitos ambientes de atendimento.
Os parâmetros curriculares propõem uma diferenciação entre adaptações e acesso ao currículo, cujas proposições se apresentam de forma confusa e reiterativa. Podemos inferir que as adaptações curriculares são concernentes às alterações de conteúdo, estratégias ou de metodologia e que o acesso ao currículo refere-se a recursos tais como adaptações do espaço físico, materiais, mobiliário, equipamentos e sistemas de comunicação alternativos.

Apresentamos, a seguir, os tipos de adaptações Propostas:
Organizativas - englobam agrupamento de alunos, organização didática da aula (conteúdos e objetivos de interesse do aluno ou diversificados), disposição do mobiliário, de materiais didáticos e tempos flexíveis. 

Objetivos e Conteúdos - definem prioridade de áreas e conteúdos de acordo com critérios de funcionalidade; ênfase nas capacidades, habilidades básicas de atenção, participação e adaptabilidade dos alunos; seqüência gradativa de conteúdos, do mais simples para o mais complexo; previsão de reforço de aprendizagem como apoio complementar; conteúdos básicos e essenciais em detrimento de conteúdos secundários e menos relevantes. 

Avaliativas - consistem na seleção de técnicas e instrumentos de acordo com a identificação das necessidades educacionais especiais dos alunos. 

Procedimentos Didáticos e Atividades de ensino-aprendizagem - remetem à alteração e seleção de métodos, às atividades complementares, prévias e alternativas, aos recursos de apoio, à alteração dos níveis de complexidade da tarefa, à seleção e adaptação de material, Tempos flexíveis no que se refere à duração e ao período das atividades propostas. A ênfase em parcerias com instituições especializadas e a manutenção de estruturas e serviços de apoio paralelos representam um esforço de conciliação entre modelos conceituais conflitantes. O que parece ser evitado é o desmantelamento de tais estruturas e o confronto de posições antagônicas que acirram a polêmica acerca da escola inclusiva.

Considerações Gerais.
A operacionalização da escola inclusiva é focalizada em termos da transferência de recursos e de serviços de apoio especializados para o ensino regular. Neste sentido, a educação especial é concebida como modalidade de educação escolar complementar e necessária para que alunos com necessidades educacionais especiais alcancem os fins da educação geral. Este é o viés que permeia as proposições contidas no documento lançado pelo MEC para orientar a ação pedagógica dos educadores quanto às adaptações curriculares que visam a inserção, no sistema escolar, de alunos com deficiências física, sensorial, mental, altas habilidades, condutas típicas e outras peculiaridades.

Tal viés é justificado na afirmação de que:
"A análise de diversas pesquisas brasileiras identifica tendências que evitam considerar a educação especial como um subsistema à parte e reforçam o seu caráter interativo na educação geral. Sua ação transversal permeia todos os níveis - educação infantil, ensino fundamental, ensino médio e educação superior, bem como as demais modalidades- educação de jovens e adultos e educação profissional".
(Parâmetros Curriculares Nacionais: Adaptações Curriculares MEC/SEF/SEESP 1998: 21)
Em contraposição, outras correntes teóricas sustentam que:
"O que define o especial da educação não é a dicotomização e a fragmentação dos sistemas escolares em modalidades diferentes, mas a capacidade de a escola atender às diferenças nas salas de aula, sem discriminar, sem trabalhar à parte com alguns, sem estabelecer regras específicas para se planejar, para aprender, para avaliar (currículos, atividades, avaliação da aprendizagem especiais). (...) Em outras palavras, este especial qualifica as escolas que são capazes de incluir os alunos excluídos, indistintamente, descentrando os problemas relativos à inserção total dos alunos com deficiência e focando o que realmente produz essa situação lamentável de nossas escolas".
(Mantoan: http://www.lerparaver.com/bancodeescola.) 

Consideremos a complexidade do tema cujo antagonismo de análises e tendências anima um efervescente embate teórico e político acerca da educação especial e inclusiva. Esse é um embate que interessa sobretudo aos educadores que não deveriam se omitir, pois são os interlocutores privilegiados e protagonistas da ação pedagógica. Esperamos que exercitem o questionamento e a crítica, numa atitude pro ativa e que sejam capazes de identificar concepções subjacentes ao texto e o contexto de possíveis paradoxos, contradições e paradigmas fundantes das políticas educacionais.

PARA SABER MAIS...
Parâmetros Curriculares Nacionais: Adaptações Curriculares/Secretaria de Educação Fundamental. Secretaria de Educação Especial. - Brasília: MEC/SEF/SEESP, 1998.

Estes parâmetros foram construídos a partir das contribuições de parecistas, representantes de órgãos e instituições governamentais e não-governamentais sob a coordenação da Secretaria Nacional de Educação Especial-SEESP/MEC. Os principais tópicos desenvolvidos foram anunciados sinteticamente neste verbete. 

A EDUCAÇÃO ESPECIAL NO BRASIL - DA EXCLUSÃO À INCLUSÃO ESCOLAR. Maria Teresa Eglér Mantoan: Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Educação Laboratório de Estudos e Pesquisas em Ensino e Diversidade - LEPED/Unicamp

Neste texto, a autora faz uma revisão crítica da educação especial no Brasil. Explicita as modalidades de inserção de alunos com necessidades educacionais especiais no sistema escolar e enfatiza os princípios de uma educação para todos. 

FONTE: http://www.bancodeescola.com/




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LEI DA LIBRAS COMEMORA 10 ANOS MAS AINDA NÃO SE PERCEBEM AVANÇOS CONSIDERÁVEIS


O dia 24 de abril de 2012 marca o 10º ano da promulgação da Lei 10.436 – Lei da Língua Brasileira de Sinais, aprovada em 2002. Mesmo 10 anos depois de instituída a Lei que estabelece, entre outras coisas, a Libras como segunda língua oficial do Brasil, junto com o Português, ainda há muito para ser conquistado.

Ao longo desses dez anos conseguiu-se a regulamentação da profissão de Intérprete de Libras, entretanto, não há ainda sequer, um mínimo de profissionais no mercado disponíveis, por exemplo, para atender à demanda só de escolas públicas do ensino fundamental ou dos postos de saúde. Outros órgãos como delegacias de polícia e mesmo instituições do Poder Judiciário, nem consideram o Surdo como alguém que mereça e tenha direito a um tratamento específico ou diferenciado.

Da mesma maneira, pouquíssimas empresas privadas mantêm programas de contratação de surdos para o mercado de trabalho, e dessas poucas que o fazem, muitas não preparam seus colaboradores para o convívio com os colegas surdos, cuja cultura difere e muito da cultura dos ouvintes.

Agora a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania aprovou no último dia 17 de abril, em caráter conclusivo, o Projeto de Lei 6428/09, do deputado Eduardo Barbosa (PSDB-MG), que institui o Dia Nacional da Língua Brasileira de Sinais (Libras), a ser celebrado anualmente no dia 24 de abril.

Portanto, anualmente, todo o dia 24 de abril os cidadãos comprometidos com a Causa do Surdo poderão avaliar as conquistas alcançadas e buscar novos avanços.


FONTE:  http://www.surdocidadao.org.br/


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AGORA ME DIZ: DEPOIS DESSE SORRISO LINDO, VOCÊ AINDA VAI RECLAMAR DA SUA VIDA?

LIBRAS FAZ 10 ANOS E INTEGRA POLÍTICA DE INCLUSÃO DO MEC

 
Faz dez anos que a língua brasileira de sinais (libras) passou a ser reconhecida como meio legal de comunicação e expressão pela Lei 10.436, de 24 de abril de 2002. O ensino da libras faz parte do processo de organização do ensino público inclusivo. Até 2014, o Ministério da Educação (MEC), por meio do Programa Viver sem Limites, tem como meta abrir 27 cursos de letras-libras para professores e mais 27 para tradutores e intérpretes, além de 13 cursos de pedagogia tendo no componente curricular a educação bilíngue.

Dominar a libras permite às pessoas com deficiência auditiva ter maior autonomia, independência social e cidadania. A política de educação inclusiva, adotada pelo MEC, orienta os sistemas de ensino para garantia do ingresso dos estudantes com surdez nas escolas comuns, mediante a oferta da educação bilíngue, dos serviços de tradução e de interpretação de libras-língua portuguesa e do ensino de libras.

"Em 2003, tínhamos 28% de matrículas de alunos com deficiência auditiva nas escolas comuns e, em 2011, esse percentual subiu para 74% , ressalta Martinha Clarete Dutra, diretora de políticas de educação especial da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) do MEC.

O curso de formação inicial de professores em letras-libras, para promover a formação de docentes para o ensino de libras, foi instituído por meio da Universidade Aberta do Brasil (UAB) e mantém 18 polos. Em 2010, dois novos cursos letras-libras foram criados pelas instituições federais de Goiás e Paraíba, nas modalidades presencial e a distância.


FONTE: redecomunicadores.mec.gov.br


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INES LANÇA DVDs QUE CONTAM A HISTÓRIA POLÍTICA E CULTURAL DO BRASIL ATRAVÉS DA MPB EM LIBRAS

Foto LDourado


“Não é de hoje que luto pela implantação da MPB nas escolas. Luto porque creio que a magia do nosso cancioneiro pode melhorar a atuação do aluno em bancos escolares. Pode haver algo mais belo do que surdos poderem compartilhar de nosso cancioneiro, eles que não podem ouvir?”, Ricardo Cravo Albim.

Os quase seis milhões de surdos brasileiros poderão ter acesso à riqueza de um bem cultural até então inacessível ao público surdo: a música.

O projeto “Música Brasileira em Língua de Sinais: História, Política e Cultura” será lançado oficialmente no próximo dia 14 de setembro no Rio de Janeiro, durante o X Congresso Internacional do INES, Instituto Nacional de Educação de Surdos. Dez clássicos da MPB, contando a história política e cultural do Brasil, foram reunidos em dois DVDs narrados em libras e legendados em português, podendo ser apreciados tanto por surdos quanto por ouvintes.

Idealizado pela professora de história e atual diretora do INES , Solange Rocha, o projeto tem como objetivo aproximar os alunos surdos da História Política e Cultural do Brasil e do mundo, através de canções brasileiras com significado histórico relevante. As músicas escolhidas contam um pouco da história do século XX e provocam discussões sobre a vida social e política do país.

São canções como Ó Abre Alas, de Chiquinha Gonzaga, Filosofia, de Noel Rosa, O Canto do Pajé, de Heitor Villa-Lobos e Paula Barros, Aquarela do Brasil, de Ary Barroso, Carcará, de João do Valle e José Cândido, Alegria Alegria, de Caetano Veloso, Tanto Mar, de Chico Buarque, Metáfora, de Gilberto Gil, Borzeguim, de Tom Jobim e Quizomba, de Rodolpho, Jonas e Luiz Carlos da Vila. Sensibilizados pela iniciativa, o apoio foi unânime por parte dos autores e intérpretes dos videoclipes originais: Caetano Veloso, Martn´ália, Gal Gosta, Maria Bethânia, Gravadora Biscoito Fino/Tom Jobim, Marlene, Gilberto Gil, Martinho da Vila e Chico Buarque.

As músicas são interpretadas em Língua Brasileira de Sinais por dois profissionais surdos do INES, Valdo Nóbrega e Alex Curione. Para cada faixa dos DVDs, há a interpretação literal da letra, a análise histórica, que contextualiza o Brasil e o mundo da época, o clipe original com a interpretação simultânea da canção em língua de sinais e a biografia do autor. As seqüências históricas e literárias de cada canção foram criadas por professores de História e Língua Portuguesa do INES.

“Aproximar os quase seis milhões de surdos brasileiros da poesia, da cultura e da história, tendo como meio a Música Popular Brasileira em versos, sinais e imagens, representa um importante instrumento de acesso ao conhecimento produzido pelos artistas brasileiros e a oportunidade de conhecerem um pouco mais o país em que vivem”, observa a idealizadora do projeto, Solange Rocha.

Com tiragem inicial de 3 mil cópias, os DVDs, além de serem utilizados como material didático para alunos surdos, serão também enviados para as escolas públicas do país, enriquecendo a disciplina de Educação Musical, atualmente obrigatória em todas as escolas das redes estadual e municipal. “Queremos disponibilizar para toda uma geração de surdos essa riqueza da MPB”, completa a diretora do Departamento de Desenvolvimento Humano, Científico e Tecnológico do INES, Maria Inês Ramos.


FONTE: http://www.overmundo.com.br


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BARREIRAS NA ACESSIBILIDADE DIFICULTAM A INCLUSÃO

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sábado, 28 de abril de 2012

BAIXA VISÃO - PARTE 3

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BAIXA VISÃO - PARTE 2

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BAIXA VISÃO - PARTE 1

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MÚSICA "HERE I GO" EM ASL

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FRASES PARA "LEVANTAR" SUA AUTOESTIMA

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BEBÊ OUVINTE SINALIZA EM ASL PALAVRAS DE SEU DIA-A-DIA

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UMA NOVA ESPÉCIE HUMANA ESTÁ SURGINDO... E VOCÊ FAZ PARTE DISSO!!!

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REPORTAGEM MOSTRA COMO FUNCIONA APARELHO QUE GUIA CEGOS NO TRANSPORTE PÚBLICO DE JAÚ

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ANTES DE ME JULGAR

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ALFABETO MANUAL EM ASL E SEUS RESPECTIVOS SONS

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BABY EINSTEIN WORDSWORTH - MY FIRST SIGNS - PARTE 2

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BABY EINSTEIN WORDSWORTH - MY FIRST SIGNS - PARTE 1

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O CANTO DE BENTO

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AUTOESTIMA

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AUTOESTIMA: PERMITA-SE ESSA VIAGEM...

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AUTISMO: UMA HISTÓRIA REAL

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AUTISTAS: O QUE OS DIFERENCIA DOS DEMAIS


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O vídeo é interessante... apesar dos erros primários de português...

ENTREVISTA SOBRE O AUTISMO

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CARACTERÍSTICAS DO AUTISMO INFANTIL

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sexta-feira, 27 de abril de 2012

TUDO QUE VAI, UM DIA VOLTA...

 


"Sorria, brinque, chore, beije, morra de amor, sinta, sonhe, grite e, acima de tudo, viva.
O fim nem sempre é o final. 
A vida nem sempre é real. 
O passado nem sempre passou. 
O presente nem sempre ficou e o hoje nem sempre é agora. 
Tudo o que vai, volta. 
E se voltar, é porque é feito de amor". 

Reynaldo Gianecchini.

UM PENSAMENTO DE STEVE JOBS

 


Seu tempo é limitado!
Então não percam tempo vivendo a vida de outro. 
Não sejam aprisionados pelo dogma – que é viver com os resultados do pensamento de outras pessoas. 
Não deixe o barulho da opinião dos outros abafar sua voz interior.
E mais importante, tenha a coragem de seguir seu coração e sua intuição. 
Eles de alguma forma já sabem o que você realmente quer se tornar. 
Tudo o mais é secundário. 

 Steve Jobs

QUE AS DIFICULDADES NÃO ME ROUBEM A CAPACIDADE DE ENCANTO


"Que as dificuldades que eu enfrentar ao longo do caminho não me roubem a capacidade de encanto." 

 Ana Jácomo

NUNCA SE AFASTE DOS SONHOS


Quando estiver em dificuldade e pensar em desistir, lembre-se dos obstáculos que já superou.
OLHE PARA TRÁS.
Se tropeçar e cair, levante. Não fique prostrado. Esqueça o passado.
OLHE PARA FRENTE.
Ao sentir-se orgulhoso por alguma realização pessoal, sonde suas motivações.
OLHE PARA DENTRO.
Antes que o egoísmo o domine, enquanto seu coração é sensível, socorra aos que o cercam.
OLHE PARA OS LADOS.
Na escalada rumo às altas posições. No afã de concretizar seus sonhos, observe se não está pisando em alguém
OLHE PARA BAIXO.
Em todos os momentos da vida, Seja qual for sua atividade, Busque a aprovação de Deus!
OLHE PARA CIMA.
Nunca se afaste de seus sonhos, pois se eles se forem, você continuara vivendo, mas terá deixado de existir.

Charles Chaplin